terça-feira, 28 de agosto de 2012

Festas 2012 - Espetáculo de Pirotécnica (Sábado, 01 hora)

festas2012 - fogo

O Espetáculo de Pirotecnia tornou-se num dos principais atrativos da noite de Sábado nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação, sendo considerado por muitos como o melhor espetáculo deste tipo da região e este ano a Comissão de Festas voltou a apostar nesta iniciativa, contratando a empresa A R Martins, Lda. do Bombarral, para o realizar.

A Pirotecnia do Bombarral, de A. R. Martins, Lda., trabalha em pirotecnia há três gerações, desde 1934. Descendentes da família Martins da Moita do Norte – Barquinha, uma das mais prestigiadas famílias de pirotécnicos nacionais.

Com honestidade, dedicação e profissionalismo, ao longo dos últimos 70 anos a empresa desenvolveu-se significativamente, liderando as transformações no sector da pirotecnia, criando novos métodos de fabrico, inovando nos produtos produzidos, introduzindo novos equipamentos, melhorando a segurança das instalações. Tornando-se uma referência na pirotecnia nacional.

A não perder…

Festas 2012 - Banda Renovação 4 (Sábado, 22 horas)

festas2012 - renovação4

Na noite grande das Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação deste ano, depois das décimas, o baile fica a cargo da Banda Renovação 4, a grande revelação do ano 2012.

Este conjunto já existe há largos anos, já é conhecido de todos os igrejinhenses e não só, mas apresenta desde o passado Verão de três bailarina, que animam ainda mais as suas atuações.

Os vocalistas Pedro e Vera, a teclista Eva, o guitarrista Agostinho e as bailarinas Ana, Ângela e Sandra estão prontos para um grande espetáculo.

E vamos todos dançar “a dança das gatinhas”…

domingo, 26 de agosto de 2012

Festas 2012 - Décimas em Honra de Nossa Senhora da Consolação (Sábado, 21 horas)

festas2012 - decimas

Desde tempos perdidos, que já nem os mais velhos recordam o início, que as Décimas à Nossa Senhora da Consolação fazem parte das celebrações anuais da freguesia, poemas tradicionais, cheios da sabedoria de popular, que todos os anos são ditos como forma de pedido, agradecimento, aviso, crítica, ou aquilo que o “decimeiro” desejar, declamados no adro da Igreja Paroquial de Igrejinha, frente ao pendão onde está representada a Senhora, que apenas tem uma regra, cada décima terminar com a frase “Senhora da Consolação”.

No passado eram ditos em cima de um banco, hoje num pequeno pódio construído para o efeito, tal não é a importância do momento. Fogo de morteiros e a banda a tocar compõem o ramalhete.

É um dos momento mais altos da Festa Rija da Igrejinha, que junta uma autêntica multidão, muitos vindos propositadamente só para ouvir as já tão famosa e únicas “Décimas da Igrejinha”.

Este ano não será exceção, Sábado, às 21 horas, os poetas populares voltam a subir ao palanque e a despejar à Senhora da Consolação lamúrias, felicidades, tristezas, alegrias, sentimentos puros que tornam estes poemas tradicionais tão singulares. De destacar ainda, que na edição deste ano, será a Banda Filarmónica Redondense a musicar o evento.

sábado, 25 de agosto de 2012

A História da Devoção a Nossa Senhora da Consolação

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Todos sabemos desde que nascemos que a Nossa Senhora da Consolação é a padroeira da nossa Freguesia de Igrejinha, mas poucos sabem realmente a origem da devoção Mariana Consoladora. Assim, aqui fica a história, para todos aqueles que se interessarem por saber estas origens…

A devoção a Nossa Senhora da Consolação remota ao início do cristianismo, ao tempo dos Apóstolos. Após a morte e ressurreição de Jesus, eles viam Maria como a Verdadeira Mãe e Mestra, consumada na ação do Espírito Santo, o consolador prometido. Maria é a própria consoladora do espírito, a fortaleza que reconforta os sofredores, o porto seguro dos aflitos.

A antiga tradição narra que Santa Mónica (331-387 – Argélia), nas suas aflições, recorria a Nossa Senhora, primeiro nos momentos de sofrimento e desilusão provocadas pelo marido, depois com a vida desregrada do filho Agostinho (que mais tarde veio a ser Santo Agostinho), de temperamento difícil e que nada queria ter a ver com religião. Santa Mónica seguiu Maria como sua intensa devota, inclusivamente na forma de vestir depois da morte de São José e, principalmente, principalmente após a Ressurreição de Jesus.

Reza a História que esta devoção de Santa Mónica tenha levado Nossa Senhora a aparecer-lhe vestida com o traje solicitado: coberta por uma ampla túnica de tecido rústico, de corte simples e cor muito escura. Uma roupa despojada e penitencial, tendo apenas na cintura uma grosseira correia ou cinta de couro que descia quase até o chão, que soltou e colocou à Santa, recomendando-lhe o uso diário, indicando-lhe ainda que a transmitisse a todos aqueles que necessitassem da sua proteção.

Santa Mónica viu o seu filho converter-se e tornar-se um homem santo e bondoso, tendo sido também um dos primeiros a cinta e a entregar à proteção de Nossa Senhora da Consolação, como o fez com a comunidade religiosa que logo fundou. O poder da cinta terá sido tão intenso, que Agostinho acabou por se tornar num dos Santos mais importantes do catolicismo.

Com base neste milagre, as ordens agostinianas passaram a usar a cinta como seu distintivo e Nossa Senhora da Consolação passou a ser representada com uma cinta escura entre as mãos, entregando-a a Santa Mónica e Santo Agostinho e a ser chamada em algumas localidades como Nossa Senhora da Correia ou Nossa Senhora da Cinta.

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Mais tarde, já na segunda metade do Século V, em Turim, Itália, a devoção para com Nossa Senhora da Consolação foi fortalecida, baseada na história anterior e num quadro da Virgem trazido da Palestina por Santo Eusébio, Bispo de Vercelli, doado pelo próprio a São Máximo, Bispo de Turim.

São Máximo, por volta de ano 440, colocou o quadro à veneração dos fiéis de Turim, num pequeno altar erguido no interior da igreja do Apóstolo Santo André. O povo começou a venerar a efígie daquele quadro com grande fé e devoção, e Maria terá começado a distribuir muitas graças, inclusive graças milagrosas, sobretudo em favor das pessoas doentes e sofredoras. Sensibilizados com o amor misericordioso da Virgem Maria, o Bispo e o povo começaram então a invocá-la com os títulos de “Madonna Consolata”, “Mãe das Consolações”, “Consoladora dos Aflitos” e o quadro permaneceu exposto à veneração dos fiéis sem sofrer nenhum transtorno, durante quatro séculos consecutivos.

Por volta do ano 820 a cidade de Turim foi assolada pelo movimento da funesta heresia dos iconoclastas, pessoas que, considerando imagens de adoração contra a lei de Cristo, destruíam toda e qualquer figura ou quadro religioso expostos ao culto. Temendo que a pintura fosse também destruída, os religiosos da Igreja de Santo André retiraram-na do seu altar e esconderam-na nos subterrâneos da igreja, esperando que passasse a onda reformista dos iconoclastas, mas este prolongou-se por muitos anos e o esconderijo caiu no esquecimento, tal como a devoção a Nossa Senhora da Consolação.

Em 1014, Nossa Senhora apareceu a Arduíno, Marquês de Ivréia, gravemente enfermo, e pediu-lhe que construísse três capelas em sua honra: uma em Belmonte, outra em Crea e a terceira em Turim, esta última junto às ruínas da antiga Igreja de Santo André, cuja torre ainda permanecia de pé. O Marquês Arduíno, ao ser milagrosamente curado por Nossa Senhora, cumpriu o solicitado pela Virgem e mandou construir as três capelas.

Quando começaram as escavações para os alicerces da capela de Turim, os trabalhadores encontraram o quadro de Nossa Senhora da Consolação, ainda intacto, apesar de ser uma pintura em tela, o que encheu de alegria e fé a população da cidade e a devoção à Mãe das Consolações renasceu e parecia não mais estar ameaçada, mas poucos anos depois, rebentaram as numerosas guerras e epidemias que assolaram a região, o que fez com que muitos habitantes de Turim abandonassem a cidade e a capela de Nossa Senhora da Consolação acabou por se tornar num monte de escombros, ficando o quadro novamente mergulhado nas ruínas e nos esquecimento durante cerca de 80 anos.

Em 1104 volta a haver intervanção divina e um cego de Briançon, em França, chamado João Ravache, teve uma visão de Nossa Senhora que lhe disse devolver-lhe a visão se fosse a Turim visitar a sua capela que jazia em ruínas. Ultrapassando enormes dificuldades, o cego chegou a Turim, sendo acolhido pelo Bispo da cidade, Mainardo, que, acreditando na sua história, mandou fazer escavações no local mencionado por Nossa Senhora.

No dia 20 de Julho de 1104, o quadro de Nossa Senhora da Consolação foi reencontrado sob as ruínas, novamente intato. O cego, conduzido à presença do quadro pelo Bispo de Turim, recuperou instantaneamente a vista e o povo que assistiu ao milagre rompeu em brados de alegria. O Bispo Mainardo, comovido, ergueu repetidas vezes esta invocação a Nossa Senhora: “Rogai por nós, Virgem Consoladora!” E o povo respondeu: “Intercedei pelo vosso povo!” Este episódio  consolidou na alma do povo de Turim a devoção a Nossa Senhora Consolação.

Esta fé espalhou-se por toda a Itália rapidamente e conta-se que em 1385, quando o fidalgo romano Jordanico de Alberino, ficou preso nos cárceres do alto do Monte Campidolio, pouco antes de ser enforcado, colocou no seu testamento que daria dois florins de ouro para a pintura da imagem de Nossa Senhora da Consolação num local público, pedido cumprido a ordem do seu filho Tiago num do Clivo Jugário, por baixo do Monte Campidolio.

No Século seguinte, no dia 26 de junho de 1470, um condenado à morte saiu vivo do enforcamento porque pediu a proteção à Virgem, invocando aquela imagem mencionada. O entusiasmo do povo fez os Confrades de Santa Maria das Graças reunirem os recursos necessários à de uma igrejinha para veneração daquela milagrosa imagem de Nossa Senhora da Consolação.

No Século XVI, a pequena igreja passou a fazer parte de um hospital religioso, foi ampliada, a imagem de Nossa Senhora da Consolação foi coroada e o Papa Gregório XIII aprovou a invocação a Nossa Senhora da Consolação em 1577, sendo-lhe atribuído como dia o primeiro domingo depois do Dia de Santo Agostinho (28 de Agosto).

Esta devoção foi-se espalhando rapidamente por toda a Europa e pelo Novo Mundo. Vicente Pinzón, navegador espanhol, companheiro de Colombo nas suas viagens ao Novo Continente, descobriu um promontório, que acreditava ser o cabo de Santo Agostinho, ou a ponta de Mucuripe, em Fortaleza, no Brasil, ao qual deu o nome de Santa Maria de la Consolación.

Esta devoção também não tardou a chegar a Portugal onde existem igrejas consagrados a Nossa Senhora da Consolação em vários locais, como Alcobaça, Arrentela, Elvas, Feteira, Fundão, Guimarães, Peniche, Porto de Mós, Sesimbra ou Tavira.

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A construção da Igreja Paroquial de Igrejinha remonta ao Século XVI, sendo um dos templos portugueses consagrados a Nossa Senhora da Consolação mais antigos de todo o país. Não se conhecem as razões pelas quais foi escolhida por Luís Mendes de Oliveira, fidalgo que mandou erguer a igreja, a consagração a esta Virgem.

Para além da Freguesia de Igrejinha, Nossa Senhora da Consolação é também padroeira de Turim e Monaviel (Itália), Belo Horizonte e São Paulo (Brasil) e do Estado Independente do Grão Ducado do Luxemburgo.

Fontes: www.wikipedia.org, www.cancaonova.com, www.fatima.com.br, www.prestservi.com.br, www.portalsaofrancisco.com.br, http://www.catolicismo.com.br, www.google.com

Festas 2012 - DJ Sá Diogo (sexta-feira, depois das 24 horas)

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Quando os cartazes com o programa oficial das Festas da Igrejinha saíram pela primeira à rua, foram muitos os que se questionaram sobrem quem era o tal DJ Sá Diogo que ia animar a “discoteca ao ar livre” que precede o Encontro de Tunas na noite de sexta-feira. Pois o mistério fica aqui esclarecido, é o filho da terra Nuno Sádio, que desde há muito todos conhecem pelo seu envolvimento no mundo da música e mais recentemente na música de dança.

A formação musical é vasta, Curso Oficial de Piano 4.º Grau Eborae Musica - CRAL (Conservatório Regional do Alto Alentejo), I Workshop de Reparação e afinação de Pianos dinamizado por o técnico Manuel Patrão, III Workshop de Direcção de Orquestra e outros Grupos instrumentais, dinamizado por o Prof. Roberto Perez e VIII Oficina de Canto Gregoriano, dinamizado pela Prof. Idalete Giga, para além das Aulas de Piano em escola particular Jalmusica.

Na experiência, iniciada logo em 2001, fazem parte a participação no Grupo de Baile Expresse Band II, na Orquestra de Baile Asas Latinas, na Banda God Grant, na Banda de Baile Reticências e na Banda Fad Fadalios. Também deu Aulas Particulares de Piano no Agrupamento Vertical de Montemor-o-Novo e foi técnico de som do Grupo Etnográfico e Cantares Sol Ardente do Centro Recreativo de Cultura e Desporto de Igrejinha.

Está a dar os primeiros passos na profissionalização como DJ, mas já conta com experiência na área no Bar da Associação Geração XXI (Grupo de Jovens de Igrejinha) nas Festas de 2007 e 2008, onde foi considerado um sucesso, e na iniciativa “Musica ao Centro”, em colaboração com Centro Recreativo de Cultura e Desporto de Igrejinha em Agosto de 2009 e nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação 2010.

Música de Dança, pela noite dentro, este ano com o “nosso” DJ Sá Diogo

Festas 2012 - Noite de Dança (sexta-feira, 21 horas e 30 minutos)

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A noite de abertura das Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação - Igrejinha 2012 irá ser uma noite de dança, contando com as atuações dos grupos Live in Color, Vimidance, N. Dance, S4D, NRG, Dance Kids e Redlight.

Como no ano anterior, será um início de noite animada, com muito hip-hop, dance, mas principalmente jovem e alegre. A não perder…

Festas 2012 - ‘Toca a Bombar’ de Pavia (sexta-feira, 18 horas)

festas2012 - toca a bombar

As Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação 2012 serão inauguradas com o desfile e atuação do Grupo de Bombos ‘Toca a Bombar’ de Pavia, sexta-feira, a partir das 18 horas.

Este animado grupo, segundo o seu Facebook, está incluído na Associação Tocar a Emoção Associação Cultura de Pavia, de onde fazem também parte o Grupo de Dança ‘Toca a Dançar’ e o Grupo de Teatro de Revista e de Fantoches Amadores.

Mas mais que palavras, aqui ficam as imagens do Grupo de Bombos ‘Toca a Bombar’ numa das suas atuações…

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Festas 2012 - Banda Filarmónica Redondense (Domingo, 17 horas)

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A Banda Filarmónica Redondense é uma das bandas que mais história tem na participação nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação, repetindo pela segunda vez o exclusivo filarmónico das Festas de Igrejinha. Assim, depois de acompanhar as tradicionais Décimas e a Procissão, com direito próprio, terão ainda espaço para um concerto no Domingo de Festas, pelas 17 horas. Mas quem são? Aqui fica uma história resumida...

A vila de Redondo é uma terra de artistas. Teve um teatro construído, em 1839, mais tarde denominado João Anastácio da Rosa, o mais antigo de distrito de Évora e que viria a ser destruído por um calamitoso incêndio, na madrugada de 27 de Março de 1932.

O edifício foi palco de uma intensa vida cultural, em que a arte de Talma e a arte da música se uniam harmoniosamente para preencher e vivenciar os espaços da sociabilidade redondense.

Período áureo da arte musical, na nossa terra, foi o tempo compreendido entre a Segunda metade do século XIX e a queda da Monarquia, em 1910. A Filarmónica 1º de Dezembro, afecta ao partido Progressista e a Filarmónica Amizade, Patrocinada pelo Partido Regenerador rivalizavam entre si, à semelhança das forças partidárias que as financiavam, cenário propicio para o crescimento das competências e capacidades musicais dos seus membros. As convulsões sociais, políticas e económicas trazidas pela República provocaram a decadência da arte musical, enquanto atividade estruturada e de grupo alargado: as duas bandas extinguiram-se e a vida musical sobrevive, graças às tunas que atuam esporadicamente nas récitas teatrais.

A Filarmónica Almeida Barrancos é fundada em 1927, devido ao empenho do seu primeiro regente, o casapiano António Manuel Molefas, a uma Comissão de Iniciativa (composta por nove pessoas) e ao mecenato do Presidente da Câmara Municipal, da época, a quem em homenagem lhe é dado seu nome. As suas primeiras atuações ocorreram a 10, 11, e 12 de Setembro de 1927, com grandiosas festas em honra de Nossa Senhora de Ao Pé da Cruz, em que estiveram presentes as Filarmónicas de S. Miguel de Machede e do Circulo Montemorense, de Montemor-o-Novo.

É, pois, a nossa banda a herdeira direta de tradições musicais e artísticas que sempre existiram, na vila de Redondo. Em 1934, a colectividade, suporte da banda, sofre revisão de estatutos e adopta o nome atual: Sociedade Filarmónica Municipal Redondense.

Em 2007, a Sociedade Filarmónica Municipal Redondense, celebrou os seus 80 anos de História ao serviço da Cultura. Atualmente atravessa uma fase muito positiva, onde conta com uma Banda Filarmónica com 77 elementos, uma Banda Juvenil e vários Grupos de Música de Câmara, fruto da enorme dinâmica imposta pela Escola de Música, que funciona atualmente com cerca de 30 alunos. É de louvar o empenho que desde a Direção, Maestro, Monitores da Escola de Música e Músicos têm elevado o nome desta Sociedade para uma referência musical e cultural do panorama local e regional.

Mais palavras para quê? Venha ouvir esta grande banda, Domingo, às 17 horas...