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domingo, 1 de setembro de 2013

Festas 2013 - Vídeo da Procissão na Rua de Évora








Numa tradição iniciada no ano passado, o site das Festas de Igrejinha apresenta um vídeo da Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação, captado na Rua de Évora.

Uma boa forma de quem está longe poder acompanhar a Virgem no seu percurso pela aldeia…


Festas 2013 - A nossa padroeira voltou a visitar as ruas da freguesia









O Domingo nas Festas de Igrejinha é especialmente dedicado à padroeira da Freguesia, Nossa Senhora da Consolação, dia que começa com a Missa Solene, seguida da Processão, que leva a Virgem a percorrer as ruas da aldeia acompanhada dos fieis.

Eram cerca das 12 horas quando teve início o cortejo, que depois do Largo da Igreja passou pela Rua Vasco da Gama, Rua da República, Rua de Évora, Rua de Arraiolos, Rua Capitão Gomes Pereira, Rua D. Nuno Álvares Pereira, regressando depois ao Largo da Igreja. A Banda Filarmónica Redondense acompanhou toda a procissão, brindados os fieis com composições “marianas”.

Aqui ficam as fotografias de mais deste momento de devoção…


domingo, 2 de setembro de 2012

Festas 2012 - Vídeo da Procissão na Rua de Évora

festas 2012 - procissão topo 2

Pela primeira vez, o site das Festas de Igrejinha apresenta um vídeo da Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação, captado na Rua de Évora. Uma boa forma de quem está longe poder acompanhar a Virgem no seu percurso pela aldeia…

Festas 2012 - Nossa Senhora da Consolação visitou os igrejinhenses

festas 2012 - procissão topo 1

O Domingo nas Festas de Igrejinha é especialmente dedicado à padroeira da Freguesia, Nossa Senhora da Consolação, dia que começa com a Missa Solene, seguida da Processão, que leva a Virgem a percorrer as ruas da aldeia acompanhada dos fieis.

Eram cerca das 12 horas quando teve início o cortejo, que depois do Largo da Igreja passou pela Rua Vasco da Gama, Rua da República, Rua de Évora, Rua de Arraiolos, Rua Capitão Gomes Pereira, Rua D. Nuno Álvares Pereira, regressando depois ao Largo da Igreja.

A Banda Filarmónica Redondense acompanhou toda a procissão, brindados os fieis com composições “marianas”.

Aqui ficam as fotografias de mais deste momento de devoção…

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Festas 2012 - Missa Solene e Procissão (Domingo, 10 horas e 30 minutos)

festas2012 - procissão

Este é o momento alto das Festas da Igrejinha, a Missa Solene,  seguida da Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação, que por volta do meio-dia percorrerá as ruas da aldeia seguida por muitos fieis e acompanhada também, na edição deste ano, da Banda Sociedade Filarmónica Redondense.

Uma particularidade desta procissão é que não sai apenas a imagem da padroeira da freguesia, mas também todas as outras imagens e pendões pertencentes à Igreja Paroquial da Igrejinha.

Um momento a seguir, até porque é em Honra da Nossa Padroeira que as festividades se celebram e esta é a sua celebração maior.

sábado, 25 de agosto de 2012

A História da Devoção a Nossa Senhora da Consolação

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Todos sabemos desde que nascemos que a Nossa Senhora da Consolação é a padroeira da nossa Freguesia de Igrejinha, mas poucos sabem realmente a origem da devoção Mariana Consoladora. Assim, aqui fica a história, para todos aqueles que se interessarem por saber estas origens…

A devoção a Nossa Senhora da Consolação remota ao início do cristianismo, ao tempo dos Apóstolos. Após a morte e ressurreição de Jesus, eles viam Maria como a Verdadeira Mãe e Mestra, consumada na ação do Espírito Santo, o consolador prometido. Maria é a própria consoladora do espírito, a fortaleza que reconforta os sofredores, o porto seguro dos aflitos.

A antiga tradição narra que Santa Mónica (331-387 – Argélia), nas suas aflições, recorria a Nossa Senhora, primeiro nos momentos de sofrimento e desilusão provocadas pelo marido, depois com a vida desregrada do filho Agostinho (que mais tarde veio a ser Santo Agostinho), de temperamento difícil e que nada queria ter a ver com religião. Santa Mónica seguiu Maria como sua intensa devota, inclusivamente na forma de vestir depois da morte de São José e, principalmente, principalmente após a Ressurreição de Jesus.

Reza a História que esta devoção de Santa Mónica tenha levado Nossa Senhora a aparecer-lhe vestida com o traje solicitado: coberta por uma ampla túnica de tecido rústico, de corte simples e cor muito escura. Uma roupa despojada e penitencial, tendo apenas na cintura uma grosseira correia ou cinta de couro que descia quase até o chão, que soltou e colocou à Santa, recomendando-lhe o uso diário, indicando-lhe ainda que a transmitisse a todos aqueles que necessitassem da sua proteção.

Santa Mónica viu o seu filho converter-se e tornar-se um homem santo e bondoso, tendo sido também um dos primeiros a cinta e a entregar à proteção de Nossa Senhora da Consolação, como o fez com a comunidade religiosa que logo fundou. O poder da cinta terá sido tão intenso, que Agostinho acabou por se tornar num dos Santos mais importantes do catolicismo.

Com base neste milagre, as ordens agostinianas passaram a usar a cinta como seu distintivo e Nossa Senhora da Consolação passou a ser representada com uma cinta escura entre as mãos, entregando-a a Santa Mónica e Santo Agostinho e a ser chamada em algumas localidades como Nossa Senhora da Correia ou Nossa Senhora da Cinta.

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Mais tarde, já na segunda metade do Século V, em Turim, Itália, a devoção para com Nossa Senhora da Consolação foi fortalecida, baseada na história anterior e num quadro da Virgem trazido da Palestina por Santo Eusébio, Bispo de Vercelli, doado pelo próprio a São Máximo, Bispo de Turim.

São Máximo, por volta de ano 440, colocou o quadro à veneração dos fiéis de Turim, num pequeno altar erguido no interior da igreja do Apóstolo Santo André. O povo começou a venerar a efígie daquele quadro com grande fé e devoção, e Maria terá começado a distribuir muitas graças, inclusive graças milagrosas, sobretudo em favor das pessoas doentes e sofredoras. Sensibilizados com o amor misericordioso da Virgem Maria, o Bispo e o povo começaram então a invocá-la com os títulos de “Madonna Consolata”, “Mãe das Consolações”, “Consoladora dos Aflitos” e o quadro permaneceu exposto à veneração dos fiéis sem sofrer nenhum transtorno, durante quatro séculos consecutivos.

Por volta do ano 820 a cidade de Turim foi assolada pelo movimento da funesta heresia dos iconoclastas, pessoas que, considerando imagens de adoração contra a lei de Cristo, destruíam toda e qualquer figura ou quadro religioso expostos ao culto. Temendo que a pintura fosse também destruída, os religiosos da Igreja de Santo André retiraram-na do seu altar e esconderam-na nos subterrâneos da igreja, esperando que passasse a onda reformista dos iconoclastas, mas este prolongou-se por muitos anos e o esconderijo caiu no esquecimento, tal como a devoção a Nossa Senhora da Consolação.

Em 1014, Nossa Senhora apareceu a Arduíno, Marquês de Ivréia, gravemente enfermo, e pediu-lhe que construísse três capelas em sua honra: uma em Belmonte, outra em Crea e a terceira em Turim, esta última junto às ruínas da antiga Igreja de Santo André, cuja torre ainda permanecia de pé. O Marquês Arduíno, ao ser milagrosamente curado por Nossa Senhora, cumpriu o solicitado pela Virgem e mandou construir as três capelas.

Quando começaram as escavações para os alicerces da capela de Turim, os trabalhadores encontraram o quadro de Nossa Senhora da Consolação, ainda intacto, apesar de ser uma pintura em tela, o que encheu de alegria e fé a população da cidade e a devoção à Mãe das Consolações renasceu e parecia não mais estar ameaçada, mas poucos anos depois, rebentaram as numerosas guerras e epidemias que assolaram a região, o que fez com que muitos habitantes de Turim abandonassem a cidade e a capela de Nossa Senhora da Consolação acabou por se tornar num monte de escombros, ficando o quadro novamente mergulhado nas ruínas e nos esquecimento durante cerca de 80 anos.

Em 1104 volta a haver intervanção divina e um cego de Briançon, em França, chamado João Ravache, teve uma visão de Nossa Senhora que lhe disse devolver-lhe a visão se fosse a Turim visitar a sua capela que jazia em ruínas. Ultrapassando enormes dificuldades, o cego chegou a Turim, sendo acolhido pelo Bispo da cidade, Mainardo, que, acreditando na sua história, mandou fazer escavações no local mencionado por Nossa Senhora.

No dia 20 de Julho de 1104, o quadro de Nossa Senhora da Consolação foi reencontrado sob as ruínas, novamente intato. O cego, conduzido à presença do quadro pelo Bispo de Turim, recuperou instantaneamente a vista e o povo que assistiu ao milagre rompeu em brados de alegria. O Bispo Mainardo, comovido, ergueu repetidas vezes esta invocação a Nossa Senhora: “Rogai por nós, Virgem Consoladora!” E o povo respondeu: “Intercedei pelo vosso povo!” Este episódio  consolidou na alma do povo de Turim a devoção a Nossa Senhora Consolação.

Esta fé espalhou-se por toda a Itália rapidamente e conta-se que em 1385, quando o fidalgo romano Jordanico de Alberino, ficou preso nos cárceres do alto do Monte Campidolio, pouco antes de ser enforcado, colocou no seu testamento que daria dois florins de ouro para a pintura da imagem de Nossa Senhora da Consolação num local público, pedido cumprido a ordem do seu filho Tiago num do Clivo Jugário, por baixo do Monte Campidolio.

No Século seguinte, no dia 26 de junho de 1470, um condenado à morte saiu vivo do enforcamento porque pediu a proteção à Virgem, invocando aquela imagem mencionada. O entusiasmo do povo fez os Confrades de Santa Maria das Graças reunirem os recursos necessários à de uma igrejinha para veneração daquela milagrosa imagem de Nossa Senhora da Consolação.

No Século XVI, a pequena igreja passou a fazer parte de um hospital religioso, foi ampliada, a imagem de Nossa Senhora da Consolação foi coroada e o Papa Gregório XIII aprovou a invocação a Nossa Senhora da Consolação em 1577, sendo-lhe atribuído como dia o primeiro domingo depois do Dia de Santo Agostinho (28 de Agosto).

Esta devoção foi-se espalhando rapidamente por toda a Europa e pelo Novo Mundo. Vicente Pinzón, navegador espanhol, companheiro de Colombo nas suas viagens ao Novo Continente, descobriu um promontório, que acreditava ser o cabo de Santo Agostinho, ou a ponta de Mucuripe, em Fortaleza, no Brasil, ao qual deu o nome de Santa Maria de la Consolación.

Esta devoção também não tardou a chegar a Portugal onde existem igrejas consagrados a Nossa Senhora da Consolação em vários locais, como Alcobaça, Arrentela, Elvas, Feteira, Fundão, Guimarães, Peniche, Porto de Mós, Sesimbra ou Tavira.

igreja-paroquial-de-alvados-igreja-p[1] Consolacao-peniche_thumb5 Igreja_de_Nossa_Senhora_da_Consolao_ igreja-matriz-de-pero-viseu-igreja-d[1] Igreja_de_Nossa_Senhora_da_Consolao_[3]

A construção da Igreja Paroquial de Igrejinha remonta ao Século XVI, sendo um dos templos portugueses consagrados a Nossa Senhora da Consolação mais antigos de todo o país. Não se conhecem as razões pelas quais foi escolhida por Luís Mendes de Oliveira, fidalgo que mandou erguer a igreja, a consagração a esta Virgem.

Para além da Freguesia de Igrejinha, Nossa Senhora da Consolação é também padroeira de Turim e Monaviel (Itália), Belo Horizonte e São Paulo (Brasil) e do Estado Independente do Grão Ducado do Luxemburgo.

Fontes: www.wikipedia.org, www.cancaonova.com, www.fatima.com.br, www.prestservi.com.br, www.portalsaofrancisco.com.br, http://www.catolicismo.com.br, www.google.com

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Festas 2012 - Banda Filarmónica Redondense (Domingo, 17 horas)

festas2012 - banda

A Banda Filarmónica Redondense é uma das bandas que mais história tem na participação nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação, repetindo pela segunda vez o exclusivo filarmónico das Festas de Igrejinha. Assim, depois de acompanhar as tradicionais Décimas e a Procissão, com direito próprio, terão ainda espaço para um concerto no Domingo de Festas, pelas 17 horas. Mas quem são? Aqui fica uma história resumida...

A vila de Redondo é uma terra de artistas. Teve um teatro construído, em 1839, mais tarde denominado João Anastácio da Rosa, o mais antigo de distrito de Évora e que viria a ser destruído por um calamitoso incêndio, na madrugada de 27 de Março de 1932.

O edifício foi palco de uma intensa vida cultural, em que a arte de Talma e a arte da música se uniam harmoniosamente para preencher e vivenciar os espaços da sociabilidade redondense.

Período áureo da arte musical, na nossa terra, foi o tempo compreendido entre a Segunda metade do século XIX e a queda da Monarquia, em 1910. A Filarmónica 1º de Dezembro, afecta ao partido Progressista e a Filarmónica Amizade, Patrocinada pelo Partido Regenerador rivalizavam entre si, à semelhança das forças partidárias que as financiavam, cenário propicio para o crescimento das competências e capacidades musicais dos seus membros. As convulsões sociais, políticas e económicas trazidas pela República provocaram a decadência da arte musical, enquanto atividade estruturada e de grupo alargado: as duas bandas extinguiram-se e a vida musical sobrevive, graças às tunas que atuam esporadicamente nas récitas teatrais.

A Filarmónica Almeida Barrancos é fundada em 1927, devido ao empenho do seu primeiro regente, o casapiano António Manuel Molefas, a uma Comissão de Iniciativa (composta por nove pessoas) e ao mecenato do Presidente da Câmara Municipal, da época, a quem em homenagem lhe é dado seu nome. As suas primeiras atuações ocorreram a 10, 11, e 12 de Setembro de 1927, com grandiosas festas em honra de Nossa Senhora de Ao Pé da Cruz, em que estiveram presentes as Filarmónicas de S. Miguel de Machede e do Circulo Montemorense, de Montemor-o-Novo.

É, pois, a nossa banda a herdeira direta de tradições musicais e artísticas que sempre existiram, na vila de Redondo. Em 1934, a colectividade, suporte da banda, sofre revisão de estatutos e adopta o nome atual: Sociedade Filarmónica Municipal Redondense.

Em 2007, a Sociedade Filarmónica Municipal Redondense, celebrou os seus 80 anos de História ao serviço da Cultura. Atualmente atravessa uma fase muito positiva, onde conta com uma Banda Filarmónica com 77 elementos, uma Banda Juvenil e vários Grupos de Música de Câmara, fruto da enorme dinâmica imposta pela Escola de Música, que funciona atualmente com cerca de 30 alunos. É de louvar o empenho que desde a Direção, Maestro, Monitores da Escola de Música e Músicos têm elevado o nome desta Sociedade para uma referência musical e cultural do panorama local e regional.

Mais palavras para quê? Venha ouvir esta grande banda, Domingo, às 17 horas...

domingo, 4 de setembro de 2011

A Senhora da Consolação precorreu as ruas de Igrejinha (Actualizado)

A tradicional Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação aconteceu novamente nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação, levando a imagem da padroeira da terra a precorrer as ruas de Igrejinha. A edição deste ano contou com a presença do Arcebispo de Évora, Arcebispo de Évora. D. José Alves.

As fotos para todos verem... (Se não consegue ver a fotos carregue aqui)


terça-feira, 30 de agosto de 2011

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Festas 2011 - Missa Solene e Procissão (Domingo, 10 horas e 30 minutos)

festas 2011 - procissão

Este é o momento alto das Festas da Igrejinha, a Missa Solene,  seguida da Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação, que por volta do meio-dia percorrerá as ruas da aldeia seguida por muitos fieis e acompanhada também, na edição deste ano, da Banda Sociedade Filarmónica Redondense.

Uma particularidade desta procissão é que não sai apenas a imagem da padroeira da freguesia, mas também todas as outras imagens e pendões pertencentes à Igreja Paroquial da Igrejinha.

Um momento a seguir, até porque é em Honra da Nossa Padroeira que as festividades se celebram e esta é a sua celebração maior.

Festas 2011 - Concerto da Banda Filarmónica Redondense (Domingo, 17 horas)

As Décimas (ver mais aqui) e a Procissão (ver mais aqui) serão acompanhadas pela Concerto da Banda Filarmónica Redondense, uma das bandas que mais história tem na participação nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação. Com direito próprio, terão ainda espaço para um concerto no Domingo de Festas, pelas 17 horas. Mas quem são? Aqui fica uma história resumida...

A vila de Redondo é uma terra de artistas. Teve um teatro construído, em 1839, mais tarde denominado João Anastácio da Rosa, o mais antigo de distrito de Évora e que viria a ser destruído por um calamitoso incêndio, na madrugada de 27 de Março de 1932.

O edifício foi palco de uma intensa vida cultural, em que a arte de Talma e a arte da música se uniam harmoniosamente para preencher e vivenciar os espaços da sociabilidade redondense.

Período áureo da arte musical, na nossa terra, foi o tempo compreendido entre a Segunda metade do século XIX e a queda da Monarquia, em 1910. A Filarmónica 1º de Dezembro, afecta ao partido Progressista e a Filarmónica Amizade, Patrocinada pelo Partido Regenerador rivalizavam entre si, à semelhança das forças partidárias que as financiavam, cenário propicio para o crescimento das competências e capacidades musicais dos seus membros. As convulsões sociais, políticas e económicas trazidas pela República provocaram a decadência da arte musical, enquanto actividade estruturada e de grupo alargado: as duas bandas extinguiram-se e a vida musical sobrevive, graças às tunas que actuam esporadicamente nas récitas teatrais.

A Filarmónica Almeida Barrancos é fundada em 1927, devido ao empenho do seu primeiro regente, o casapiano António Manuel Molefas, a uma Comissão de Iniciativa (composta por nove pessoas) e ao mecenato do Presidente da Câmara Municipal, da época, a quem em homenagem lhe é dado seu nome. As suas primeiras actuações ocorreram a 10, 11, e 12 de Setembro de 1927, com grandiosas festas em honra de Nossa Senhora de Ao Pé da Cruz, em que estiveram presentes as Filarmónicas de S. Miguel de Machede e do Circulo Montemorense, de Montemor-o-Novo.

É, pois, a nossa banda a herdeira directa de tradições musicais e artísticas que sempre existiram, na vila de Redondo. Em 1934, a colectividade, suporte da banda, sofre revisão de estatutos e adopta o nome actual: Sociedade Filarmónica Municipal Redondense.

Em 2007, a Sociedade Filarmónica Municipal Redondense, celebrou os seus 80 anos de História ao serviço da Cultura. Actualmente atravessa uma fase muito positiva, onde conta com uma Banda Filarmónica com 77 elementos, uma Banda Juvenil e vários Grupos de Música de Câmara, fruto da enorme dinâmica imposta pela Escola de Música, que funciona actualmente com cerca de 30 alunos. É de louvar o empenho que desde a Direcção, Maestro, Monitores da Escola de Música e Músicos têm elevado o nome desta Sociedade para uma referência musical e cultural do panorama local e regional.

Mais palavras para quê? Venha ouvir esta grande banda, Domingo, às 17 horas...

domingo, 5 de setembro de 2010

As imagens da Procissão das Festas 2010

Festas 2010 - Procissão 189

Hoje aconteceu o ponto alto das celebrações anuais de Igrejinha, a Missa Solene e a Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação, este ano com uma novidade, a participação do Grupo de Cantares Aguarela do Divôr de Igrejinha (União Recreativa e Cultural Igrejinhense), que musicou e fez coro durante a Eucaristia.
A procissão saiu às 12 horas e 30 minutos e levou as imagens dos Santos da Igreja Paroquial, que acompanharam a da nossa Padroeira pelas ruas da aldeia.


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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Festas 2010 - Bandas Filarmónicas

banda



Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação não existem sem a participação das fanfarras e das bandas filarmónicas que nela participam, em momentos fundamentais, a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Arraiolos na Arruada de Inauguração, a Banda Filarmónica Sociedade União Alcaçovense nas Décimas e a Banda da Sociedade Filarmónica Redondense na Procissão.

Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Arraiolos

Sexta-feira - Arruada de Inauguração - 18 horas

Desde há alguns anos, que a Associação dos Bombeiros Voluntários de Arraiolos conta com o empenho musical de uma fanfarra de música, que já por várias vezes esteve actuou na nossa freguesia nas Festas Rijas.

alcacovense Banda Filarmónica Sociedade União Alcaçovense

Sábado - Arruada - 9 horas e 30 minutos
Sábado - Actuação nas Décimas - 21 horas

Data de 1850 a fundação, pela família dos Cabrais, da 1ª. Banda de Música da Vila de Alcáçovas, popularmente denominada de "Os Nalgueiros". Mais tarde em 1855, é fundada a Banda dos "Pés Frescos".
A partir de 1880 começa a nascer a ideia de se fundir as duas Bandas, o que viria a acontecer em 1885, quando um grupo de alcaçovences, liderado pelo Padre Joaquim Pedro de Alcântara, elaboram os Estatutos daquela que viria a ser a "Sociedade União Alcaçovense".
Em 1935 foi galardoada com a "Medalha de Prata", em 1948 recebeu a "Medalha de Reconhecimento, Mérito e Homenagem" e em 1956, o Diploma e "Medalha de Ouro de Instrução e Arte", pela Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio.
No período entre 1959 e 1984 a Banda foi regida pelo Maestro António Maria dos Santos Guerra.
Em 1983 a Sociedade organizou o seu I Encontro de Bandas, em 1984 participou na 1ª. fase do Festival EDP de Bandas de Música. Em 1987 realizou-se o II Encontro de Bandas e em 1988 e sob a regência de José André Pires Florindo, representou o Distrito de Évora num Festival de Bandas em Coimbra. O III Encontro de Bandas Civis ocorreu em 1989 e o IV em, 1990.
Em 1994 realizou-se o V Encontro de Bandas Civis, o VI em 1996.
Para além disso, a Banda anualmente efectua cerca de 25 a 30 actuações nas quais se incluem a participação em Festivais e Encontros de Bandas.
Actualmente e constituída por cerca de 45 elementos e é dirigida pelo Maestro Eduardo Pires Fernandes.

redondense Banda da Sociedade Filarmónica Redondense

Domingo - Arruada - 9 horas
Domingo - Procissão Solene - depois das 11 horas e 30 minutos
Domingo - Concerto - 17 horas

A vila de Redondo é uma terra de artistas. Teve um teatro construído, em 1839, mais tarde denominado João Anastácio da Rosa, o mais antigo de distrito de Évora e que viria a ser destruído por um calamitoso incêndio, na madrugada de 27 de Março de 1932.
O edifício foi palco de uma intensa vida cultural, em que a arte de Talma e a arte da música se uniam harmoniosamente para preencher e vivenciar os espaços da sociabilidade redondense.
Período áureo da arte musical, na nossa terra, foi o tempo compreendido entre a Segunda metade do século XIX e a queda da Monarquia, em 1910. A Filarmónica 1º de Dezembro, afecta ao partido Progressista e a Filarmónica Amizade, Patrocinada pelo Partido Regenerador rivalizavam entre si, à semelhança das forças partidárias que as financiavam, cenário propicio para o crescimento das competências e capacidades musicais dos seus membros. As convulsões sociais, políticas e económicas trazidas pela República provocaram a decadência da arte musical, enquanto actividade estruturada e de grupo alargado: as duas bandas extinguiram-se e a vida musical sobrevive, graças às tunas que actuam esporadicamente nas récitas teatrais.
A Filarmónica Almeida Barrancos é fundada em 1927, devido ao empenho do seu primeiro regente, o casapiano António Manuel Molefas, a uma Comissão de Iniciativa (composta por nove pessoas) e ao mecenato do Presidente da Câmara Municipal, da época, a quem em homenagem lhe é dado seu nome. As suas primeiras actuações ocorreram a 10, 11, e 12 de Setembro de 1927, com grandiosas festas em honra de Nossa Senhora de Ao Pé da Cruz, em que estiveram presentes as Filarmónicas de S. Miguel de Machede e do Circulo Montemorense, de Montemor-o-Novo.
É, pois, a nossa banda a herdeira directa de tradições musicais e artísticas que sempre existiram, na vila de Redondo. Em 1934, a colectividade, suporte da banda, sofre revisão de estatutos e adopta o nome actual: Sociedade Filarmónica Municipal Redondense. Com momentos de glória e com outros momentos menos felizes, a Sociedade Filarmónica Redondense continua a preparar as gerações presentes e vindouras para a arte, manifestamente universal: A Música.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Festas 2010 - Missa e Procissão (Domingo, 11 horas)

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Este é o momento alto das Festas da Igrejinha, a Missa Solene, este ano cantada pelo Grupo de Cantares Aguarela do Divôr de Igrejinha, seguida da Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação, que por volta do meio-dia percorrerá as ruas da aldeia seguida por muitos fieis e acompanhada também, na edição deste ano, da Banda Sociedade Filarmónica Redondense.

Uma particularidade desta procissão é que não sai apenas a imagem da padroeira da freguesia, mas também as outras imagens e pendões pertencentes à Igreja Paroquial da Igrejinha.

Um momento a seguir, até porque é em Honra da Nossa Padroeira que as festividades se celebram e esta é a sua celebração maior.

domingo, 6 de setembro de 2009

As primeiras fotografias do Domingo das Festas'2009

As imagens da arruada com a banda filarmónica, da missa e da Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação, que aconteceram na manhã e principio da tarde de Domingo. Em breve as fotografias do resto do dia de hoje.


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O Domingo nas Festas'2009

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Destaques

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Missa Solene e Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação
10 horas e 30 minutos

Este é o momento alto das Festas da Igrejinha, a Missa Solene, seguida da Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação, que por volta do meio-dia percorrerá as ruas da aldeia seguida por muitos fieis e acompanhada também, na edição deste ano, da Banda Sociedade Filarmónica Redondense.
Uma particularidade desta procissão é que não sai apenas a imagem de Nossa Senhora da Consolação, mas também as outras imagens e pendões pertencentes à Igreja da Igrejinha.
Um momento a seguir, até porque é em Honra da Nossa Padroeira que as festividades se celebram e esta é a sua celebração maior.

a Banda MdR
22 horas

Este banda é uma estreia na Igrejinha, mas alinha bastante num estilo semelhante aos seus antecessores.
A banda MdR "Miúdos da Rua" surgiu em de 1997, quando após uma pequena actuação, de carácter meramente amigável, numa passagem de ano, quatro jovens decidem iniciar a título profissional a actividade. Na sua formação inicial contava com: Ricardo (teclas e voz), Mauro (guitarra e voz), Carla (guitarra e voz), Nuno (baixo).
Em 1999 entra para a banda o baterista Ricardo (Ex-Pátria) passando assim a banda a ser constituída por cinco elementos.
Fazendo apenas uma tourné de Verão com a banda Mdr, Ricardo (baterista) deixa a banda cedendo o seu lugar a Miguel Ângelo, que frequentava na altura uma escola de música em Vila Franca de Xira e que veio trazer uma nova alma para a banda.
Foi com esta formação que os Miúdos da Rua se mantiveram por dois anos, sempre com um grande espírito de amizade que os unia e dava força para ultrapassar qualquer mau momento, bem como ânimo para produzir um nível musical cada vez melhor, conseguido através do trabalho realizado e da formação dada pelas escolas de música que frequentavam.No início do ano de 2000, por razões profissionais Miguel Ângelo (baterista) deixa a Banda MdR surgindo para seu lugar Vitor (Ex-Alagoa) elemento este recrutado numa escola de música em Alverca do Ribatejo.
Após o Verão de 2000 dá-se a maior remodelação na Banda Mdr saindo Mauro, Nuno e Carla, entrando para seus lugares a nova voz feminina Célia (Ex-Grão D´ouro), o actual guitarrista Fernando (Ex-Musicalis) e o novo baixista Gustavo (Ex-Alagoa).
Em 2001, Vitor deixa a banda dando o seu lugar ao baterista Vasco e no Verão de 2002 Nuno Alberto baixista da formação inicial regressa à banda iniciando-se a tourné de Verão. Em 2003 nova troca na bateria, Vasco deixa a banda surgindo para o seu lugar o baterista João, entrando também Nuno como teclista da banda. Esta formação manteve-se até 2006, altura em que se dá uma nova troca na bateria, entrando para o lugar, o actual baterista Filipe. Com esta formação, Ricardo (voz), Célia (voz), Nuno (baixo), Fernando (guitarra), Nuno (teclas) e Filipe (bateria) é iniciada a tourné de 2006.
Desde então tem-se mantido praticamente inalterada e actuado um pouco por todo o país…

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Pontos de Interesse

Sexta-feira, 4 de Setembro

cartaztabanka Tabanka Djaz
22 horas

Os Tabanka Djaz, oriundos da Guiné-Bissau, são talvez a banda mais influente da África lusófona, contando já com duas décadas de existência.

Ao longo dos anos, foram construindo a sua sonoridade, conquistando o seu lugar de honra entre os melhores intérpretes da música africana.

Deram espectáculos em todo o mundo, juntamente com os melhores intérpretes da música africana, Angelique Kidjo, Youssou N’Dour, Mory Kante, Monique Séca e outros, tendo esta última, endereçado um convite para prestações a nível discográfico.

Excelentes executantes, a sua música é feita de envolvências rítmicas, por vezes inebriantes, dançáveis, com grande influência dos mais diversos estilos tradicionais guineenses e tropicais, mas assumidamente moderna e actual.

É principalmente no Gumbé – ritmo de música de cariz urbano, oriundo especificamente da região de Bissau, executada por instrumentos tradicionais, onde predomina a tina que se toca com uma cabaça emborcada num tanque meio cheio de água – que os TABANKA DJAZ buscam a raiz cultural da sua música.

Em 1990, nasce o primeiro disco, “TABANKA DJAZ”, que viria a confirmar as boas expectativas criadas em torno do grupo.

Os TABANKA DJAZ foram a única banda Africana que em Portugal conseguiu alcançar disco de prata no primeiro trabalho, e disco de platina com “Sperança” o seu terceiro CD.

Este feito único da música dos PALOP’s, revela o nome dos TABANKA DJAZ em todo o mundo, levando-os a tocar nas mais prestigiadas salas de concertos da Europa e em festivais com a fina-flor da música africana mundial.
Como se isso não bastasse, “SPERANÇA” é nomeado, em 1997, para os Ngwomo África (os Grammy do continente africano), com três nomeações, ao lado de nomes lendários da música de África como Hughes Masekela, Oumou Sangaré, Angelique Kidjo, Cheb Mami ou Ismael Ló.
O seu quarto CD intitulado “ Sintimento”, entre muitos outros músicos de reconhecida  e elevada qualidade, conta com a participação especial de Martinho da Vila.

Da sua biografia de concertos ao vivo contam-se digressões pela Europa e EUA onde tocaram no Kilimanjaro, catedral da música africana, em Nova Iorque.

Em Portugal, fizeram concertos nas Festas da Cidade de Lisboa e nas Festas do Avante, Sines, Vila Real, Porto, Évora, Festival de Albufeira, entre outros.

Em África, actuaram em Cabo Verde (Festival da Baía das Gatas), Guiné-Bissau, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique.

Já realizaram, também, um concerto em Timor Leste.
Em 1999, são convidados por Martinho da Vila para participarem no projecto discográfico “LUSOFONIA”, onde lhes cabe também a produção musical da componente africana do projecto. Neste âmbito, participam no Festival Internacional PERCPAN, em Salvador da Baía, organizado por dois grandes nomes da música brasileira (Gilberto Gil e Nana Vasconcelos), onde actuam ao lado de Fafá de Belém, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Lenine e outros.

Em seguida, realizam uma digressão por São Paulo e Rio de Janeiro, onde participam em vários programas televisivos, destacando-se “O PROGRAMA DA XUXA” e o “DOMINGÃO DO FAUSTÃO”.
Em 2002, os TABANKA DJAZ editaram o tão aguardado novo álbum, “SINTIMENTO”, o quarto da sua carreira.
Actualmente encontram-se em estúdio a gravar o seu próximo álbum, a ser lançado ainda este ano de 2009, nunca parando de tocar as suas músicas ao vivo.
Deixem-se envolver pelos seus ritmos dançáveis e inebriantes!!!

 

djpauloleiteDJ Paulo Leite
00 horas

Porque há alguns curiosos em saber quem é o DJ Paulo Leite, basta relembrarem a noite de sexta-feira da edição 2008 das Festas da Igrejinha.

Paulo Leite tem uma carreira de mais de 20 anos, com trabalho fixado nalgumas das maiores e mais importantes discotecas de Portugal, entre as quais o Gartejo, Plateau, Alcântara-Mar, Kremlin, Kadoc, Queen's, Trumps, Coconuts, KWA, Kremlin, Império Romano, Via Rápida, Scoth, Frágil, News, Locomia, Café do Teatro, Twins, República, & Companhia, Tsunami, B-Free, QB, Arena, Horta da Fonte, Património, Moinho da Praia, Cool Café, Café In, Via Lactea, Meca Club, Bio-Ritmo, Chemistry Bar, 100 Horas, Bolina, AS (Sociedade Anónima), Pavilhão S.F.O., Zonta T, Vespas, XL, Airbag. Tween’s, Celeiro, Latex, Wolf, Conventual, Fénix, Tropicália, Kachaça, K4, Day After, Gothica, Elites, Vox Club, Spy Club, Hacienda Klub, Rio Bar, DXL, Via IN, Roxy, entre outros, para além de um sem número de participações em compilações de dance em Portugal e no estrangeiro e em eventos internacionais de música de dança. É também DJ residente nas emissões da MIX FM.

O seu estilo caracteriza-se entre o House, o Deep House, o Progressivo e o Tribal.

Sábado, 5 de Setembro

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Décimas em Honra de Nossa Senhora da Consolação
21 horas

É um dos pontos religiosos e populares mais altos das Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação, as Décimas em Honra da Santa Padroeira da terra.

Consiste essencialmente na utilização da sabedoria popular e da fé para que vários ‘poetas’ subam ao palanque, frente ao pendão às portas da Igreja, e através da rima, agradeçam, peçam, demonstrem as suas preocupações, os seus medos, contem histórias, terminando cada décima com o obrigatório verso “Senhora da Consolação”.

Tudo é arrematado mas pausas com a banda, que este ano será a Filarmónica Sociedade União Alcaçovense, e fogo de morteiros.

Aqui ficam alguns exemplos de décimas publicados no Programa Oficial das Festas em Honra de Nossa Senhora da Consolação 2009: (carregar sobre as imagens para ler)

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Banda Selecção
22 horas

Há um ano atrás vieram animar a noite de Domingo, este ano, depois de vários regressos à nossa Igrejinha durante o último ano, ficaram com a noite principal da ‘Festa Rija’.

A Banda Selecção vem da Lourinhã e com mais de 10 anos de experiência, embora com sucessivos rejuvenescimentos...

A sua música varia, mas baseia-se essencialmente em ritmos fortes, contagiantes, de que são bons exemplos música popular portuguesa, latino-americana, em particular a brasileira, e africana, essencial para o tipo de locais que tocam: bailes, arraiais e romarias populares, passagens de ano, festas de finalistas, festas da cerveja, festas de máscaras, entre outras.

O que os distingue de outros grupos deste género é que o final dos seus ‘bailes’ acabam quase sempre por se tornar um concerto, com temas que fogem ao habitual neste tipo de arraiais populares, geralmente do agrado dos mais novos que “aguentam mais tempo a pedalada”.

Pela informação que se encontra na internet, apresentam um espectáculo grandioso quer em termos musicais, quer em termos sonoros, cénicos e luminosos com equipamento profissional de som (15.000 Watts) e de luz (50.000 Watts).

Este ano decidiram entrar num novo ciclo de espectáculos com uma nova produção que inclui novos elementos (bailarinas e equipa técnica), uma imagem renovada e a realização do primeiro CD com músicas com bastante ritmo que “ficam no ouvido” e que já passam nas rádios.

O CD já alcançou o Disco de Prata (5000 Discos) e continua a surpreender pela sua rápida aceitação e pelas óptimas criticas que tem recebido levando a que a sua distribuição esteja a expandir rapidamente.

A formação actual dos Banda Selecção é a seguinte: Freddy Silva - Vocalista, Teclista; Marisa - Vocalista; Pedro China - Guitarrista; Gaspar Mendes - Baixista; Jorge Rodrigues - Teclista; Nuno Paulo - Baterista; Fancy - Bailarina, Coros; Nicia - Bailarina, Coros.

 

99 Espectáculo de Pirotecnia
01 hora

Já à vários anos que é um dos momentos mais aguardado das Festa de Igrejinha, o espectáculo de pirotecnia, que alia toda a magia do fogo de artifício, fogo preso e música a acompanhar.

O baile é interrompido por alguns minutos, mas é por uma boa causa, para que todos possam apreciar a luz, a cor e os sons que fazem a ‘Festa Rija’ ainda mais especial…


Domingo, 6 de Setembro

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Missa Solene e Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação
10 horas e 30 minutos

Este é o momento alto das Festas da Igrejinha, a Missa Solene, seguida da Procissão em Honra de Nossa Senhora da Consolação, que por volta do meio-dia percorrerá as ruas da aldeia seguida por muitos fieis e acompanhada também, na edição deste ano, da Banda Sociedade Filarmónica Redondense.

Uma particularidade desta procissão é que não sai apenas a imagem de Nossa Senhora da Consolação, mas também as outras imagens e pendões pertencentes à Igreja da Igrejinha.

Um momento a seguir, até porque é em Honra da Nossa Padroeira que as festividades se celebram e esta é a sua celebração maior.

 

aBanda MdR
22 horas

Este banda é uma estreia na Igrejinha, mas alinha bastante num estilo semelhante aos seus antecessores.

A banda MdR "Miúdos da Rua" surgiu em de 1997, quando após uma pequena actuação, de carácter meramente amigável, numa passagem de ano, quatro jovens decidem iniciar a título profissional a actividade. Na sua formação inicial contava com: Ricardo (teclas e voz), Mauro (guitarra e voz), Carla (guitarra e voz), Nuno (baixo).

Em 1999 entra para a banda o baterista Ricardo (Ex-Pátria) passando assim a banda a ser constituída por cinco elementos.

Fazendo apenas uma tourné de Verão com a banda Mdr, Ricardo (baterista) deixa a banda cedendo o seu lugar a Miguel Ângelo, que frequentava na altura uma escola de música em Vila Franca de Xira e que veio trazer uma nova alma para a banda.

Foi com esta formação que os Miúdos da Rua se mantiveram por dois anos, sempre com um grande espírito de amizade que os unia e dava força para ultrapassar qualquer mau momento, bem como ânimo para produzir um nível musical cada vez melhor, conseguido através do trabalho realizado e da formação dada pelas escolas de música que frequentavam.No início do ano de 2000, por razões profissionais Miguel Ângelo (baterista) deixa a Banda MdR surgindo para seu lugar Vitor (Ex-Alagoa) elemento este recrutado numa escola de música em Alverca do Ribatejo.

Após o Verão de 2000 dá-se a maior remodelação na Banda Mdr saindo Mauro, Nuno e Carla, entrando para seus lugares a nova voz feminina Célia (Ex-Grão D´ouro), o actual guitarrista Fernando (Ex-Musicalis) e o novo baixista Gustavo (Ex-Alagoa).

Em 2001, Vitor deixa a banda dando o seu lugar ao baterista Vasco e no Verão de 2002 Nuno Alberto baixista da formação inicial regressa à banda iniciando-se a tourné de Verão. Em 2003 nova troca na bateria, Vasco deixa a banda surgindo para o seu lugar o baterista João, entrando também Nuno como teclista da banda. Esta formação manteve-se até 2006, altura em que se dá uma nova troca na bateria, entrando para o lugar, o actual baterista Filipe. Com esta formação, Ricardo (voz), Célia (voz), Nuno (baixo), Fernando (guitarra), Nuno (teclas) e Filipe (bateria) é iniciada a tourné de 2006.

Desde então tem-se mantido praticamente inalterada e actuado um pouco por todo o país…